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Nossa personalidade vive em constante fuga; afinal, mudamos de como éramos há 2 anos atrás? A resposta é provável que sim, que nossos gostos mudaram, nossos colegas, passatempos, pontos de paz... Apesar de rotacionarmos nossa forma de ser ao longo dos anos, muitas vezes não nos achamos de verdade, aquele vazio da incompreensão de nós mesmos permanece, aquele vazio que normalmente está entorpecido e acorda numa noite qualquer que nos faz realmente questionarmos: quem somos nós?
Creio que, em parte, esse vazio é produto de uma Modernidade Líquida (como diria Bauman), uma cultura caótica e esquizofrênica, onde podemos ser tudo mas ao mesmo tempo nada com grande consistência. Apesar da dificuldade de nos acharmos, esse caos cultural maluco é algo benévolo, fruto da era da informação, ele serve para diversificar o que envolve a essência. Se tivemos períodos com grupos bem determinados e conhecidos, como Geração Coca-Cola ou Geração dos Baby Boomers, nesse começo de século temos a geração Z, que apesar de serem "conhecidos" por estarem sempre conectados e não saberem viver sem computador, são praticamente indefinidos; devido a esta Era da Informação onde todos são tudo e sabem de tudo, mas também são nada e sabem de nada. Tal expansão desta, assim por dizer, "pluralidade" permitiu uma maior desconstrução dos fenômenos culturais-sociais através de uma maior disponibilidade de pontos de vista e fácil acesso a informação. Além disso, nos ajuda no progresso como questionadores do status quo e na desconstrução de métodos conservadores que podem ser considerados desatualizados e incompatíveis.
Assim como acredito que nossa identidade mude com o tempo, acredito que ela esteja estratificada em uma base, uma essência geral condicionada pelas nossas experiências e que jamais será reestruturada ou derrubada, é quem nós somos. Utilizando o que foi mencionado anteriormente, pesquisado, estudado em classe e um pouco da cultura visual, irei aqui neste blog apresentar uma coletânea de fotos do meu cotidiano que tirei ao longo do quadrimestre; a fotografia, assim como a identidade, é algo que, para mim, é imutável mas que, ao mesmo tempo, pode ser prismática, maleável e caótica em significado.
Creio que, em parte, esse vazio é produto de uma Modernidade Líquida (como diria Bauman), uma cultura caótica e esquizofrênica, onde podemos ser tudo mas ao mesmo tempo nada com grande consistência. Apesar da dificuldade de nos acharmos, esse caos cultural maluco é algo benévolo, fruto da era da informação, ele serve para diversificar o que envolve a essência. Se tivemos períodos com grupos bem determinados e conhecidos, como Geração Coca-Cola ou Geração dos Baby Boomers, nesse começo de século temos a geração Z, que apesar de serem "conhecidos" por estarem sempre conectados e não saberem viver sem computador, são praticamente indefinidos; devido a esta Era da Informação onde todos são tudo e sabem de tudo, mas também são nada e sabem de nada. Tal expansão desta, assim por dizer, "pluralidade" permitiu uma maior desconstrução dos fenômenos culturais-sociais através de uma maior disponibilidade de pontos de vista e fácil acesso a informação. Além disso, nos ajuda no progresso como questionadores do status quo e na desconstrução de métodos conservadores que podem ser considerados desatualizados e incompatíveis.
Assim como acredito que nossa identidade mude com o tempo, acredito que ela esteja estratificada em uma base, uma essência geral condicionada pelas nossas experiências e que jamais será reestruturada ou derrubada, é quem nós somos. Utilizando o que foi mencionado anteriormente, pesquisado, estudado em classe e um pouco da cultura visual, irei aqui neste blog apresentar uma coletânea de fotos do meu cotidiano que tirei ao longo do quadrimestre; a fotografia, assim como a identidade, é algo que, para mim, é imutável mas que, ao mesmo tempo, pode ser prismática, maleável e caótica em significado.
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